Não se via, não mais queria, um fim esperado no desespero de temer
mas foi em vão, não sabia o que dizer, aos seus olhos, apenas se toma o incosnciente.
Apenas doces palavras me vinha,apenas doces olhares me retornava, apenas a vergonha sentira.
Em apenas uma palavra: saudades, não mais poderia retornar e fugir.
vendo aquele momento, o quanto você importava, o quanto gostava o quanto me ilustrava
não se era pelo instinto, mas alegrias,injurias, risadas, que nunca antes tivera.
Não vejo nenhum futuro com isso, nenhum ganho, apenas posso dizer, sou feliz enquanto você ao meu lado.
Horas, minutos,segundos,não mais quero sair ao seu lado.
Ao corpo nu, o frio sempre ausente mesmo que presente, o gozo dos olhos, me faz sempre de mim ,transcendendo de algo que jamais verei.
domingo, 27 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
青(azul)
Um vago momento, nada mais consta.
O medo daquilo que sempre quisera, agora assola.
Não fora um desapego, mas algo para se manter.
O medo continua, aflige o que mais se torna intacto.
O frio bate, sem receio, sem pedir permissão,
sorrateiramente entra, mais nada.
Agora o dilema, nada consta, o vazio vem a tona.
O medo.
A segurança ainda paira, a alegria ainda vive, mas o novo sentimento que não se esperava, não se vai.
Chuva fria, vento estrondoso,frio na espinha, o trovão pode estar logo a vir.
Muda o rumo para a fuga do que não se quer ver.
Por onde estara indo....sem rumo.
Não importa, para longe.
O medo ainda o persegue. Ao mesmo compasso.
Lançada pela segurança agora não larga mais.
O medo daquilo que sempre quisera, agora assola.
Não fora um desapego, mas algo para se manter.
O medo continua, aflige o que mais se torna intacto.
O frio bate, sem receio, sem pedir permissão,
sorrateiramente entra, mais nada.
Agora o dilema, nada consta, o vazio vem a tona.
O medo.
A segurança ainda paira, a alegria ainda vive, mas o novo sentimento que não se esperava, não se vai.
Chuva fria, vento estrondoso,frio na espinha, o trovão pode estar logo a vir.
Muda o rumo para a fuga do que não se quer ver.
Por onde estara indo....sem rumo.
Não importa, para longe.
O medo ainda o persegue. Ao mesmo compasso.
Lançada pela segurança agora não larga mais.
domingo, 20 de setembro de 2009
子供 の 用に(jeito de criança)
Perdida fico, em seu olhar sereno, nada tenho a dizer. A vergonha em transe, me retoma do que possa ser.
Não apenas digo que sejas forte, mas que eu ao seu lado, posso ser nada mais que uma criança.
Encomodo de saber que não fora isso que procuras.Intristece do que nada a culpa sua nada se tem.
Apenas, mesmo em misterios do que tenho a te esconder, você nada teme ao me dizer.
Não se desculpe pela fragilidade de outros, que nada você tem a acarretá-los, apenas agora, o que me importa, é simplesmente você.
Ter a cada dia mais o seu sorriso, as suas risadas, o seu olhar, o seu beijo dentro de um corpo que nunca para.
Ver as suas costas largas durante os despertares a noite, e sentir a vergonha, aos seus olhos em mim nos despertares.
Não apenas digo que sejas forte, mas que eu ao seu lado, posso ser nada mais que uma criança.
Encomodo de saber que não fora isso que procuras.Intristece do que nada a culpa sua nada se tem.
Apenas, mesmo em misterios do que tenho a te esconder, você nada teme ao me dizer.
Não se desculpe pela fragilidade de outros, que nada você tem a acarretá-los, apenas agora, o que me importa, é simplesmente você.
Ter a cada dia mais o seu sorriso, as suas risadas, o seu olhar, o seu beijo dentro de um corpo que nunca para.
Ver as suas costas largas durante os despertares a noite, e sentir a vergonha, aos seus olhos em mim nos despertares.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
迷い(perdido)
É...saudades das noites onde o filme vezes sem sentidos, das risadas intermináveis ao fundo, da superficialidade, num aquário borbulhando.
Em bilhares onde não se via mais as bolinhas, das pessoas que eu vira uma vez, mas que me divertia.
Dos improvisos de que se tinha da dúvida que nada sabe, da surpresa de saber que na raridade te via.
Não mais voltará os tempos, mas pode se revigorar do que não se tem mais força.
Saudades, mas medo, de saber que de uma hora, pode ser que eu vira a sombra do frio que poderia se aproximar.
Agora, nada mais além do assolamento de que poderei perder algo importante, me faz parar e tentar ser racional.
Mas, algo que quero do impulso, viver e sonhar. Ver as cegas os sentimentos que pode ser transmutado do ser.
apenas pular e ver do Ícaro poderei ser a pena
Em bilhares onde não se via mais as bolinhas, das pessoas que eu vira uma vez, mas que me divertia.
Dos improvisos de que se tinha da dúvida que nada sabe, da surpresa de saber que na raridade te via.
Não mais voltará os tempos, mas pode se revigorar do que não se tem mais força.
Saudades, mas medo, de saber que de uma hora, pode ser que eu vira a sombra do frio que poderia se aproximar.
Agora, nada mais além do assolamento de que poderei perder algo importante, me faz parar e tentar ser racional.
Mas, algo que quero do impulso, viver e sonhar. Ver as cegas os sentimentos que pode ser transmutado do ser.
apenas pular e ver do Ícaro poderei ser a pena
domingo, 13 de setembro de 2009
心(sentimento)
Possa não ser eterno, duradouro, marcante, inconsciente, fumegante, cego, mas se pode divertir.
Os pensamentos que se cruzam,sentindo, pensando ao mesmo instante acreditando ser o acaso, mas apenas resultados das próprias escolhas.
Me sinto protegida, e como me disse, ora criança, ora besta. A criança de que sempre eu quisera ser, e a besta de que tento fingir ser.
Em momentos o tratamento de parecer uma grande intimidade, em outras desconhecidos.
Momentos que mais falamos sobre os estudo, músicas, e pequenos momentos de prazeres sendo eternos.
Sei que nada espero, apenas as palavras de amigos que me assustaram. Apenas aproveitar enquanto estou próxima.
Tentar sentir, acreditar e aproveitar cada segundo, não importando mais nada.
Pode ser o medo de me apegar, ou o medo de me afastar, não sei.
Apenas sei que o divertir esta se tornando gostar.Mesmo que seja unidirecional.
Os pensamentos que se cruzam,sentindo, pensando ao mesmo instante acreditando ser o acaso, mas apenas resultados das próprias escolhas.
Me sinto protegida, e como me disse, ora criança, ora besta. A criança de que sempre eu quisera ser, e a besta de que tento fingir ser.
Em momentos o tratamento de parecer uma grande intimidade, em outras desconhecidos.
Momentos que mais falamos sobre os estudo, músicas, e pequenos momentos de prazeres sendo eternos.
Sei que nada espero, apenas as palavras de amigos que me assustaram. Apenas aproveitar enquanto estou próxima.
Tentar sentir, acreditar e aproveitar cada segundo, não importando mais nada.
Pode ser o medo de me apegar, ou o medo de me afastar, não sei.
Apenas sei que o divertir esta se tornando gostar.Mesmo que seja unidirecional.
domingo, 6 de setembro de 2009
Via
O céu jamais apagara,
num lindo laranja, a noite adentro se transformara.
Pensara que fosse o momento, mais nada, da necessidade da curiosidade se foi.
Mas num estranhamento, os toques em momentos não esperados, fazia o frio subir e a sensação de gozo permanecer.
Algo fora da rotina que sempre vivera, do estranhamento, mas sempre da tranquilidade.
Foi bom, foi divertido,mas nada espero mais.
Em momentos, o medo me consumira, e o desejo me tornara
aos olhos fechados, não mais te via,mas alguém que sempre amara.
Os medos permaneceram, mas enquanto você estara, tudo estava seguro.
Foi bom...mas como sonhos, não espero que retorne, se vier, creio...um grande lucro, mesmo que não seja o desejado, me fascina o diferente.
Entre um programa de tomar um cafezinho, a conclusão de ter terminado num shopping entre olhares e as pizzas, ri muito para desprender daquilo que me amargurara.
num lindo laranja, a noite adentro se transformara.
Pensara que fosse o momento, mais nada, da necessidade da curiosidade se foi.
Mas num estranhamento, os toques em momentos não esperados, fazia o frio subir e a sensação de gozo permanecer.
Algo fora da rotina que sempre vivera, do estranhamento, mas sempre da tranquilidade.
Foi bom, foi divertido,mas nada espero mais.
Em momentos, o medo me consumira, e o desejo me tornara
aos olhos fechados, não mais te via,mas alguém que sempre amara.
Os medos permaneceram, mas enquanto você estara, tudo estava seguro.
Foi bom...mas como sonhos, não espero que retorne, se vier, creio...um grande lucro, mesmo que não seja o desejado, me fascina o diferente.
Entre um programa de tomar um cafezinho, a conclusão de ter terminado num shopping entre olhares e as pizzas, ri muito para desprender daquilo que me amargurara.
domingo, 30 de agosto de 2009
あなた だけ。(só você)
Um novo gosto, o velho desejo.
Toques suaves, palavras doces, e algo que me incomodara, ser boa.
Não foi o álcool, não foi a viagem, não foi a insônia, nem a lucidez,
a certeza e a crença, que poderia tornar os sentimentos, agiram ao meu inconsciente.
Errei, as lembranças voltaram, e apenas uma coisa na cabeça...a comparação eterna de você.
Não me foi de longe alguém, a quem não sabendo agir, apenas te apedrejei, pensando que seria melhor.
A distância que agora vivo, é apenas a insensatez de algo que não se tem como explicar.
Uma longa noite, ou dia, seja como foi, acalentava enganada em risadas gostosas.
Te quero perto, apenas para tê-lo.
Do egoísmo, apenas uma certeza que hoje seja tarde ou não, apenas verdade enquanto não apareça outra não verdade.
Os olhos que sugam e tranquilizam, e da certeza que o muro se quebra e rebaixa em sua vista.
Toques suaves, palavras doces, e algo que me incomodara, ser boa.
Não foi o álcool, não foi a viagem, não foi a insônia, nem a lucidez,
a certeza e a crença, que poderia tornar os sentimentos, agiram ao meu inconsciente.
Errei, as lembranças voltaram, e apenas uma coisa na cabeça...a comparação eterna de você.
Não me foi de longe alguém, a quem não sabendo agir, apenas te apedrejei, pensando que seria melhor.
A distância que agora vivo, é apenas a insensatez de algo que não se tem como explicar.
Uma longa noite, ou dia, seja como foi, acalentava enganada em risadas gostosas.
Te quero perto, apenas para tê-lo.
Do egoísmo, apenas uma certeza que hoje seja tarde ou não, apenas verdade enquanto não apareça outra não verdade.
Os olhos que sugam e tranquilizam, e da certeza que o muro se quebra e rebaixa em sua vista.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Dúvida
Se quebrou novamente.
a raiva toma conta de algo sem nome
do que EU alimentei.
saudades do momento que eu vira algo fora de mim
do que eu poderia ser do que ainda sei que não sou
do que eu poderia ser de utilidade...ou...não sei
do momento que podia tudo parar naquele instante.
Agora sou eu que tenho saudades,
do algo que não sei mais se repetirá,
daquele momento, daquelas horas, daqueles dias
os dias que revigoraram
e deram risadas
Tudo parecera ser um sonho
de que pode se repetir, mas creio que de forma um pouco diferente.
Mas sei de uma coisa,
saudades não passa,
agoniza, enfraquece, fragiliza, fazendo do futuro
o incerto do nada.
a raiva toma conta de algo sem nome
do que EU alimentei.
saudades do momento que eu vira algo fora de mim
do que eu poderia ser do que ainda sei que não sou
do que eu poderia ser de utilidade...ou...não sei
do momento que podia tudo parar naquele instante.
Agora sou eu que tenho saudades,
do algo que não sei mais se repetirá,
daquele momento, daquelas horas, daqueles dias
os dias que revigoraram
e deram risadas
Tudo parecera ser um sonho
de que pode se repetir, mas creio que de forma um pouco diferente.
Mas sei de uma coisa,
saudades não passa,
agoniza, enfraquece, fragiliza, fazendo do futuro
o incerto do nada.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
過去(passado)
Perco naquilo que se sou eu, do medo de que não sei, ou melhor, não quero e tento.
Fugas eternas, daquilo que aflinge, e me torna flágil.
O medo que tenho e finjo não ter,
a carência que vivo que cega ao ver,
da tristeza que me acompanha do que não sei do só,
a solidão que finjo poder ser forte e viver só.
Não aguento mais, ter de ser o que não sou
mas não teria resposta,pelo que sei o resultado.
Não se pode viver do passado, mais do que ninguém eu saberia,
mas ter o sonho da realidade destruído, ninguém me alertou disso.
Agora, vivo, escondo, visto.
alguém que não sei quem é,
que ergue paredes às pessoas
que tenta ao máximo ser a heroína.
do sonho de todos, de ser e ter do que nunca fora.
Fugas eternas, daquilo que aflinge, e me torna flágil.
O medo que tenho e finjo não ter,
a carência que vivo que cega ao ver,
da tristeza que me acompanha do que não sei do só,
a solidão que finjo poder ser forte e viver só.
Não aguento mais, ter de ser o que não sou
mas não teria resposta,pelo que sei o resultado.
Não se pode viver do passado, mais do que ninguém eu saberia,
mas ter o sonho da realidade destruído, ninguém me alertou disso.
Agora, vivo, escondo, visto.
alguém que não sei quem é,
que ergue paredes às pessoas
que tenta ao máximo ser a heroína.
do sonho de todos, de ser e ter do que nunca fora.
sábado, 22 de agosto de 2009
Limite
Não sei até quando, o frio bate, a pele branca incandesce, a cicatriz dá as suas boas vinda.
Sensação de alívio trás com a tranquilidade para uma sensação única de querer mais uma cicatriz.
Os olhos se cerram onde o peso se torna morto. Penso, enquanto eu entro por essa porta, o vomito das palavras me diminui a vontade.
Mas agora, isso é apenas um modo de iludir, e crer que passara.
Não dá.
A vontade se vai, mas sei que na próxima, ela irá retornar com mais vontade
a qual não sei pelo qual sentimento ela voltará.
agora só tenho que voltar a respirar.
sentir o alivio que nada aconteceu
e rezar para que o sentimento demore a voltar
Sensação de alívio trás com a tranquilidade para uma sensação única de querer mais uma cicatriz.
Os olhos se cerram onde o peso se torna morto. Penso, enquanto eu entro por essa porta, o vomito das palavras me diminui a vontade.
Mas agora, isso é apenas um modo de iludir, e crer que passara.
Não dá.
A vontade se vai, mas sei que na próxima, ela irá retornar com mais vontade
a qual não sei pelo qual sentimento ela voltará.
agora só tenho que voltar a respirar.
sentir o alivio que nada aconteceu
e rezar para que o sentimento demore a voltar
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